LIVRO BAHIR PDF

ryhbh rp s. Sepher Ha-Bahir or. “The Book of Illumination”. Attributed to Rabbi Nehunia ben haKana. Translated by Aryeh Kaplan. Bahir or Sefer HaBahir is an anonymous mystical work, attributed to a 1st-century rabbinic sage Nehunya ben HaKanah because it begins with the words, “R. The Zohar is the foundational work in the literature of Jewish mystical thought known as .. The Zohar draws upon early mystical texts such as the Sefer Yetzirah and the Bahir, and the early medieval writings of the Hasidei Ashkenaz. Another.

Author: Bazshura Kehn
Country: Saint Lucia
Language: English (Spanish)
Genre: Automotive
Published (Last): 23 March 2014
Pages: 107
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ISBN: 442-2-13767-919-5
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Published on Jul View Download Seu nome vem do primeiro versculo citado no seu prprio texto: J, “E agora no se v luz, o cu luminoso bahir “. Citado no comentrio de Raavad a respeito do Sepher Yetzirah e pelo Ranban Rabi Moshe Nachman em seu comentrio sobre a Torah, tambm, por diversas vzes, parafraseado no Zohar, conforme Aryeh Kaplan em sua introduo traduo e comentrio do Bahir.

Dizia Moshe Cordovero Acredita-se que o Bahir foi composto em meados do sculo XIIna escola cabalstica de Provance Franae circulou por quase cinco sculos em forma de manuscrito, restrito a um crculo restrito de cabalistas judeus, antes que fosse impresso em Amsterd no ano de Sua primeira edio em outra lngua deu-se em para o alemo e aps em para o ingls.

Assim, o Bahircomo o Zohar um trabalho no muito popular, seu texto porm muito menor que o do Zohar, em torno de Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes considerveis do trabalho so atribuidos a outros autores de sua escola ou descendncia.

Conta-nos Aryeh Kaplan, que com o encerramento do perodo Talmdico, o crculo de cabalistas diminuiu e, em certas pocas, pode no ter ultrapassado uma parca dzia de indivduos.

Porm este grupo era to unido que, muitas vzes, pessoas estranhas nem suspeitavam de sua existncia. Embora fosse importante manter a tradio da Cabala, tambm era importante evitar que casse em mos erradas Por outro lado, sbios como Maimnides que escreveu a Mishn Torah e o Rabi Yehud ben Barzilai autor de um dos mais extensos comentrios sobre o Sepher Yetzirah, nunca viram ou comentaram nada sobre o Bahir.

Ainda dentre os conhecedores da Tradio encontram-se Ravaad o Rabino Avraham ben David de Posquieresfilho de Avraham ben Itzrak e pai de Isaac o Cego, que embora fosse cego possuia a reputao de poder ver a alma de uma pessoa e de ser capaz de ler os seus pensamentos. Isaac o Cego, que foi chamado de “Pai da Cabala” pelo Rabi Bachya Asher em seu comentrio sobre a Torah, transmitiu a tradio a seus discpulos Ezra e Ariel, e estes ao Rabino Moshe ben Nachman Nachmanidesconhecido como Ranban que citou frequentemente o Bahir em seus comentrios sobre a Torah.

O Bahir foi o texto mais importante da Cabala Clssica, at a publicao do Zohar em E este ltimo extende-se em muitas oportunidades sobre comentrios e conceitos encontradosinicialmente no Bahir. De fato um estudo cuidadoso revela uma considervel semelhana entre os dois trabalhos, o que pode ser explicado pelo fato de que o Rabino Shimeon bar Yochai, autor do Zohar, conhecia os ensinamentos de Rabi Nehuniah, mesmo antes da revelao mstica especial da caverna o Rabi Shimeon j devia ter sido iniciado na Tradio dos “Mistrios da Carruagem” conforme o Bahir chama a Cabala, e a ligao deve ter sido o Rabi Pinhas ben Yair, sogro de Shimeon e amigo do Rev Rahumai, conforme citado.

Sefer ha-Bahir – Livro da Iluminao

De especial interesse tambm o fato de que ambos os trabalhos Zohar e Bahir referem-se Luz e a Brilho Ainda conforme Kaplan, resumimos a seguir a estrutura do Bahir e seus ensinamentos: Disse o Rabi Nehuniah ben Hakanah – como est escrito: Rabi Rahumai e Amorai entram no debate, sobre o conceito de “o que preenche” maley – Isaias 6: A letra beith, que inicia a Torah recebe considervel ateno.

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A segunda parte trata das oito primeiras letras bahkr aleph-beth, de Aleph Cheth.

No final desta parte trata-se das vogais e de alguns dos sinais massorticos, Kaplan, em seu comentrio sobre o Bahir curiosamente vincula-os ao Sephiroth. A terceira parte inicia-se pelo exame das sete vozes escutadas no Sinai, e ao indagar a relao entre estas e os Dez Mandamentos, inicia um exame do Sephiroth. Subsees importantes nesta parte incluem explicaes sobre Isaas e do terceiro captulo de Habacuc Numerosos conceitos do Sepher Yetzirah so introduzidos e comentados o que conduz a um exame dos diversos nomes msticos de Deus Importncia especial dada ao nmero 32, que corresponde aos Caminhos da Sabedoria ao valor numrico de Lev corao e ao nmero de fios do Bxhir O que o seu corao?

O corao Lev trinta e dois. Esses so secretos, e com eles o mundo foi criado aluso ao Sepher Yetzirah. Que so esses trinta e dois? So os 32 Caminhos. Deveria o rei, ento, trazer todos para sua cmara atravs destes caminhos? Concordareis que ele llivro deveria. Deveria ele revelar suas jias, suas tapearias, seus segredos ocultos e escondidos? Concordareis mais uma vez que ele lkvro deveria. O que faz o rei?

Ele toca a Filha e inclui todos os caminhos nela e em suas vestimentas.

Bahir – Wikipedia

Aquele que desejar entrar, deve al fitar. Ele a casou com um rei e, tambm lhe deu ela como presente. Por causa do seu amor por ela, ele, s vezes, a chama de “minha irm”, pois so ambos do mesmo lugar. E, s vezes a chama de “minha me”. Em seu comentrio, Kaplan esclarece vrias passagens, sendo interessante que o Corao Lamed Beth representa a Torah em sua totalidade pois esta inicia-se com a letra Beth e termina com a letra Lamed.

Kaplan continua, com a complexa explicao do pargrafo final: Embora a origem da revelao seja Netzach Vitria e Hod Esplendorem sua ltima instncia, toda revelao vem atravs do Reino Malchuthque Fmea.

Por isso os Trinta e Dois Caminhos so revelados principalmente por intermdio da Filha. Entretanto o conceito de Fmea est dividido em dois conceitos, os quais nos ensinamentos cabalsticos, so representados pelas duas esposas de Jac: Raquel o coneito de Fmea que se origina de Malchuth prpriamente dito. Normalmente, considera-se Lia em posio superior Raquel.

Sefer ha-Bahir – Livro da Iluminao

So tambm, marido e mulher, sendo este significado de “minha irm, minha noiva” Cantico dos Canticos 4: A Fmea ;e, tambm a filha de Zeir Anpin, do mesmo modo que Eva, derivou-se da costela de seu companheiro. Alm disso, sendo Lia um aspecto da Fmea, que, de fato, o nvel mais inferior de Imma Meem parte, ela tambmrealmente, me do Zeir Anpin. Na quarta parte do Bahir encontra-se o primeiro exame do Sephiroth, introduzido por uma explicao sobre a beno sacerdotal, onde diz-se que os dez dedos correspondem s dez Sephiroth, conceito tambm encontrado so Sepher Yetzirah.

A palavra Sephirah, definida como sendo aquilo que expressa saper o poder e a glria de Deus Existem nesta parte subsees relativas a permanncia dos israelitas em Elim e sobre o mandamento a respeito do Lulav A seo termina com uma anlise entre o relacionamento do Sephiroth e as esferas sse uma breve introduo reencarnaoigualmente em relao ao Sephiroth.

A parte final, de nmero cinco, trata da alma, iniciando-se com um discurso sobre a reencarnao e seu relacionamento com a justia Divina O conceito da alma relatado por Raba e Rav Zeira, dentro do contexto da criao da vida atravs das artes msticas No final, o Bahir trata dos conceitos de alma feminina e masculina, com uma anlise do Tamar e uma explicao de porque Eva foi a pessoa a ser tentada O Bahir, no emprega o termo Cabala Kabbalahque conforme a lenda foi utilizado por Isaac o Cego, posteriormente, mas sim Maaseh Mercavah ou “Mistrios da Carruagem” numa referncia viso de Ezequiel, e diz que: Conforme o Talmud, a Kabbalah deve ser ensinada apenas atravs de sugestes e aluses, diretriz que seguida ao p da letra pelo autor ou autores do Bahir.

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Quem ler este trabalho como um livro qualquer, encontrar longas passagens que aparentemente no fazem nenhum sentido. No pois um trabalho para leitura casual, mas para babir srio e concentrado, o que era aceito pelos cabalistas, para os quais os principais textos foram escritos para serem compreendidos apenas quando analisados de modo integrado.

Somos advertidos de que quem l sobre a Cabala de maneira literal e superficial, decerto no a compreender Dentre os conceitos mais explorados no Bahir est o Sephiroth e, com exceo de tres, seus nomes so tambm introduzidos. A ordem do Sephiroth tal que as sete ltimas correspondem aos sete dias da semana e derivam do versculo – Teus so, Deus, a Grandeza, a Fora, A Beleza, a Vitria e o Esplendor, tudo Fundao que bzhir encontra entre o cu e a terra, Teu, Deus, o Reino 1 Crnicas Embora esta seja a ordem adotada na grande maioria dos textos cabalistas, no Bahir, as ltimas quatro so invertidas: Reino Aravot, 7Fundao 8Vitria 9 e Esplendor Outro importante conceito encontrado no Bahir o da bahlr das almas Gilgul ou reencanaes, conceito introduzido em nome do Rabi Akiba Este conceito ljvro desenvolvido no Zohar, e em maiores detalhes no Sepher Gilgulim e nos diversos trabalhos da escola do Ari.

O Bahir trata das letras do alfabeto hebraico, das quais quinze so mencionadas e de alguns mandamentos como Tefilim, Tzitzit, Lulzv e Etrog. Dois termos incomuns so encontrados, e ambos referem-se aos anjos ou foras anglicas: Tzur – que significa forma, e Komah, que pode ser traduzido como estrutura 8, bwhir Na cultura cabalstica so mais conhecidos em sua forma aramaica, sendo a primeira Diukna e o ltimo Parzuf.

Outros termos para babir os anjos so Manhiguim Diretores e Pedikim Funcionrios. Outra revelao importante so os nomes de Deus.

O Nome contendo 12 letras examinado, como igualmente o Nome de 72 combinaes. Existem doze Nomes, uma para cadauma das doze tribos de Israel: Incluem macho e fmea.

So cedidos ao Eixo, Esfera e ao Corao, e so os poos da Sabedoria Em seu comentrio, Kaplan diz que o total de bajir destes nomes, quando escritos corretamente e sem computarem-se sufixos, setenta e dois.

Esses nomes no so encontrados em nenhum outro texto cabalstico, nem existem quaisquer instrues a respeito de sua utilizao. O sufixo on ou ron tambm encontrado nos nomes de alguns anjos, como por exemplo Mitatron e Sandalphon Kaplan afirma que a explicao mais clara para o TzimTzum pode ser encontrada nos escritos do Ari livdo Rabi Itzrak Luria Conforme descrito em Etz Hahaiim rvore da Vidao processo era o seguinte: Antes de todas bahri coisas serem criadas No havia espao vazio Quando a Sua simples Vontade decidiu criar todos os universos Ele comprimiu os lados da Luz, deixando um espao vazio Este espao era perfeitamente redondo Aps essa compresso ter ocorrido Ele, ento, traou uma nica linha reta da Luz bahig A Luz infinita foi trazida para baixo por intermdio desta linha O espao vazio e redondo do Tzimtzum, mostrando-se a fina Linha de Luz da Criao Dizem os cabalistas modernos, que no se deve considerar o conceito de Tzimtzum literalmente, bahhir impossvel aplicar-se qualquer conceito espacial Deus.

A referencia ao Tzimtzum meramente conceitual, pois se Deus preenchesse cada perfeio, no haveria motivo para a existncia do homem.

Deus portanto, comprimiu a sua perfeio infinita, permitindo a exitncia de “um lugar” para o abhir arbtrio e consequente realizao do homem.

No Zohar, podemos encontrar uma referncia ao Tzimtzum: